É mais que um hábito da sociedade, dizer que o professor é um eterno aprendiz. Essa idéia revela uma postura e uma certeza assumida por todos envolvidos na educação, porque não existe educador pronto e acabado, ele está sempre em construção. Ao sair da universidade, seu diploma e seus conhecimentos adquiridos por anos de estudos e esforços são, na verdade, a primeira das etapas, ainda que das mais importantes de sua formação, que se prolongará pelo resto da vida profissional.
Se em todas as profissões, hoje em dia, o aprendizado é contínuo, para quem seguiu a carreira de educador essa é uma condição inerente. Impossível pensar num professor que não continue a estudar e a pesquisar. O educador/a é um/a especialista em conhecer e ele não pode, jamais, perder essa sede.
É uma unanimidade na sociedade brasileira de hoje a idéia de que é preciso valorizar esse profissional, especialmente aqueles que atuam na educação pública. E uma maneira de transformar boas intenções em ações concretas é oferecer cada vez mais cursos de formação, de capacitação e de especialização. Não que isso complete tudo o que é justo oferecer ao nosso educador na atual realidade escolar, mas significa a manutenção de um princípio básico para o especialista em conhecer, que é, justamente, continuar a estudar e a se aprimorar. É disso que vive e se alimenta esse eterno aprendiz.
É essa identidade que deve voltar a espelhar a relação do professor com os estudantes. O professor pode estar alguns degraus acima, mas é tão aprendiz quanto seu aluno. Vive dificuldades semelhantes às deles em sua relação com o saber. A diferença é que ele é o “aprendiz modelo”, exemplo para seus estudantes. Por isso, talvez o maior sonho de todo educador seja conseguir despertar em seu aprendiz o desejo pelo conhecer.
Se em todas as profissões, hoje em dia, o aprendizado é contínuo, para quem seguiu a carreira de educador essa é uma condição inerente. Impossível pensar num professor que não continue a estudar e a pesquisar. O educador/a é um/a especialista em conhecer e ele não pode, jamais, perder essa sede.
É uma unanimidade na sociedade brasileira de hoje a idéia de que é preciso valorizar esse profissional, especialmente aqueles que atuam na educação pública. E uma maneira de transformar boas intenções em ações concretas é oferecer cada vez mais cursos de formação, de capacitação e de especialização. Não que isso complete tudo o que é justo oferecer ao nosso educador na atual realidade escolar, mas significa a manutenção de um princípio básico para o especialista em conhecer, que é, justamente, continuar a estudar e a se aprimorar. É disso que vive e se alimenta esse eterno aprendiz.
É essa identidade que deve voltar a espelhar a relação do professor com os estudantes. O professor pode estar alguns degraus acima, mas é tão aprendiz quanto seu aluno. Vive dificuldades semelhantes às deles em sua relação com o saber. A diferença é que ele é o “aprendiz modelo”, exemplo para seus estudantes. Por isso, talvez o maior sonho de todo educador seja conseguir despertar em seu aprendiz o desejo pelo conhecer.
A nossa responsabilidade é tão grande, mas tão grande, que faz medo pensar que a capacidade de raciocinar, de se expressar e até de sonhar, em algum momento da vida de quem freqüentou a escola, passa pelo trabalho de um educador, portanto, o educador é aquele que domina o que ensina, sabe criar um clima harmonioso na sala de aula e consegue contribuir com a transformação e/ou formação do/a cidadão/ã.
PARABÉNS PROFESSOR(A) !!!
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